O teórico que merece destaque é Paulo Freire. Pois para ele o professor deve levar os alunos a conhecer conteúdos, mas não como verdade absoluta. Freire dizia que ninguém ensina nada a ninguém, mas as pessoas também não aprendem sozinhas. O aluno, alfabetizado ou não, chega à escola levando uma cultura que não é melhor nem pior do que a do professor e que em sala de aula, os dois lados aprenderão juntos, um com o outro. E para isso é necessário que as relações sejam afetivas e democráticas, garantindo a todos a possibilidade de se expressar. É esse pensamento que devemos ter como “base” em nosso trabalho para levá-lo adiante
Johann Pestalozzi – “Democratizou a educação, proclamando ser o direito absoluto de toda criança ter plenamente desenvolvidos os poderes dados por Deus”
Friedrich Froebel – “Criador dos jardins-de-infância defendia um ensino sem obrigações porque o aprendizado depende dos interesses de cada um e se faz por meio da prática”
“Por meio da educação, a criança vai se reconhecer como membro vivo do todo”
Ovide Decroly – “Por ter sido, na infância, um estudante indisciplinado, que não se adaptava ao autoritarismo da sala de aula nem do próprio pai, Decroly dedicou-se apaixonadamente a experimentar uma escola centrada no aluno, e não no professor, e que preparasse as crianças para viver em sociedade, em vez de simplesmente fornecer a elas conhecimentos destinados a sua formação profissional.”
Maria Montessori – “O Material Dourado é um dos materiais criado por Maria Montessori. Este material desperto no aluno a concentração e o interesse, além de desenvolver sua inteligência e imaginação criadora, pois a criança está predisposta ao jogo.”
John Dewey – “Para Dewey o professor deve apresentar os conteúdos escolares na forma de questão ou problemas e jamais dar de antemão respostas ou soluções prontas.”
Célestin Freinet – “Ao lado da pedagogia do trabalho e da pedagogia do êxito, Freinet propôs, finalmente uma pedagogia do bom senso, pela qual a aprendizagem resulta de uma relação dialética entre ação e pensamento, ou teoria e prática.”
Paulo Feire – “Freire criticava a ideia de que ensinar é transmitir saber porque para ele a missão do professor era possibilitar a criação ou a produção de conhecimentos. Mas ele não comungava da concepção de que o aluno precisa apenas de que lhe sejam facilitadas as condições para o autoaprendizado. Freire previa para o professor um papel diretivo e informativo – portanto, ele não pode renunciar a exercer autoridade.”
Jean Piaget – “As descobertas de Piaget tiveram grande impacto na pedagogia, mas, de certa forma, demonstraram que a transmissão de conhecimento é uma possibilidade limitada. Por um lado, não pode fazer uma criança aprender o que ela ainda não tem condições de absorver.”
Fernando Hernandez – “ Para Hernandes a organização do currículo deve ser feita por projetos de trabalho, com atuação conjunta de alunos e professores. As diferentes fases e atividades que compõe um projeto ajudam os estudantes a desenvolver a consciência sobre o próprio processo de aprendizagem, porém todo projeto precisa estar relacionado aos conteúdos para não perder o taco. Além disso, é fundamental estabelecer limites e metas para a conclusão dos trabalhos.”
Lev Vygotsky – “Todo aprendizado é necessariamente mediado – e isso torna o papel do ensino e do professor mais ativo e determinante do que o previsto por Piaget e outros pensadores da educação, para quem cabe à escola facilitar um processo que só pode ser conduzido pelo próprio aluno. Segundo Vygotsky, ao contrário, o primeiro contato da criança com novas atividades, habilidades ou informações deve ter a participação de um adulto. Ao internalizar um procedimento, a criança “se apropria” dele, tornando-o voluntário e independente.”
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